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  • Life and Career

    É um parque metropolitano que agrega múltiplas funções e públicos. Foi muito rico e interessante ver as obras do artista-arquiteto sob uma de suas próprias criações, fazendo com que a galeria e todo o parque se incorporassem à exposição, como “peças” a serem observadas e apreciadas no conjunto. A exposição retrospectiva de sua obra exibiu maquetes, esculturas e croquis. No outro volume, também cilíndrico, foi instalada a Galeria Janete Costa, com 1.491,50 m2 divididos em uma sala térrea e um mezanino ligados por uma escada escultural. Uma solução genial para possibilitar abrigar um show intimista em seu interior ou uma “festa” para milhares na esplanada cultural, democratizando o acesso aos espetáculos. Em entrevista da época, Niemeyer demonstra sua perplexidade e certo ar de tristeza diante da alta rejeição ao projeto (1) e explica as motivações do partido adotado para sua concepção do espaço.

    A polêmica se intensificou quando foi decidido o nome do parque… A homenagem à mãe do ex-presidente Lula, “Dona” Lindu, como era conhecida, soou à população como uma “concessão” àquele que havia viabilizado o repasse do terreno ao município e era partidário do então prefeito. O assunto tomou a cidade, a mídia local e nacional, protagonizado por movimentos de moradores, pela oposição política ao governo municipal, chegando ao Ministério Público. Devido a esse conflito de interesses e usos e, de um ponto de vista mais prático, pela eloquente e ferrenha oposição política na esfera municipal, veio a grande polêmica quando foi divulgado o projeto do escritório do mestre Niemeyer… Da parte da Prefeitura, a demanda ao arquiteto foi por um centro metropolitano de cultura e lazer… Rapidamente, foi anunciado pela Prefeitura que o arquiteto Oscar Niemeyer seria o autor do projeto do Parque, o que causou muito impacto, por sua relevância, pois o único projeto do arquiteto em Recife, uma construção residencial na mesma avenida, havia sido demolido muitos anos atrás, dando lugar a mais um espigão.

    Região Metropolitana do Recife tem várias opções de diversão, gratuitas e pagas, ao longo da semana.

    Hoje o parque já virou ponto de encontro e de referência. Queriam um parque cheio de árvores para passear quando há “apenas” 6,5 Km de calçadas e coqueiros ao longo da Avenida Boa Viagem para fazê-lo… Hoje, as 350 árvores plantadas no parque se mostram em franco desenvolvimento. O teatro possui uma coberta em laje plana chanfrada, tornando-se um tronco de cilindro. O volume maior, um tronco de cilindro, possui um corte oblíquo, um chanfro, e dele se “desprende” uma marcação em helicoide que surge pela criação da rampa de acesso ao teatro. O teatro, por exemplo, possui lugares para cadeirantes e poltronas para pessoas com obesidade. Com esse arsenal de problemas, a construção, cuja conclusão estava prevista para menos de um ano, chegou a ser embargada algumas vezes, o que levou o cronograma a exatos mil dias… O Dona Lindu foi inaugurado, enfim, em março de 2011, e as críticas ferrenhas ao parque só arrefeceram quando o tempo mostrou a funcionalidade dos belos elementos construídos.

    Show "333", de Matuê

    Além da programação no Parque Dona Lindu, esta edição do Mini firmou uma parceria com a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) para a etapa formativa, direcionada a adultos e estudiosos da temática, parte da programação que será digital, com transmissão ao vivo no YouTube do Mini e da Unicap.“Dizem que ouvimos mais pela imaginação do que pela percepção. “É uma proposta desafiadora, estamos felizes em finalmente realizar nosso projeto inicial, que era trazer uma grade de atividades presenciais. A cantora, cordelista e contadora de histórias Mari Bigio (PE) é outro nome que se apresentará no espaço com o seu Bloco do Neném e Orquestra Frevo, e promete fazer um mini cortejo com os pequenos foliões. A apresentação é  um grande mergulho nas brincadeiras da cultura popular, onde o artista resgata os princípios e valores civilizatórios no despertar de uma Nação Cultural.

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    O projeto cultural “Grand Petit Concert” reúne artistas virtuosos da Música Popular Brasileira (MPB) interpretando sucessos franceses famosos nas vozes de Édith Piaf, Zaz, Charles Trenet, entre outros. A natureza e o tempo vêm preparando a feição final do projeto, com árvores e arbustos que crescem, que já sombreiam a praça posterior à esplanada cultural, o caminho de pórticos e a região do playground. Esse corte é decorrência da necessidade de um pé-direito interno mais alto na parte voltada para a esplanada, que permitisse a elevação da porta que se abre em guilhotina, revertendo o palco para o exterior, para a esplanada cultural. Os edifícios e a marquise “abraçam” a esplanada, fazendo também o agenciamento do bloco administrativo do parque, que traz, diferentemente dos outros três elementos, um gabarito mais baixo e algumas arestas, numa volumetria mais retilínea… O largo espaço da esplanada se abre generosamente para o mar, ao mesmo tempo em que protege o público e o acolhe. Um parque cultural a ser construído no cobiçado terreno.

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    • Isso significa que há grandes espaços abertos e áreas verdes para que as pessoas possam desfrutar do ar livre e da natureza.
    • Além do centro de cultura e lazer, o Recife também tem uma ligação política com o arquiteto, falecido na noite desta quarta-feira (5).
    • O mestre Niemeyer pensou o projeto de um parque cultural, dotando-o de uma esplanada de múltiplos usos; de um teatro que se abre para essa esplanada e convida a milhares para consumir arte.
    • A turnê, iniciada no Rock in Rio 2024, propõe uma "experiência visceral" com estética pop e elementos urbanos do rock e da música eletrônica, além ritmos populares como boi, baião, maracatu, galope e pagodão.
    • Anteriormente o terreno era de propriedade da aeronáutica, passou a ser do Governo do Estado que cedeu para a Prefeitura concretizar o projeto do parque.

    Segundo a Prefeitura do Recife, o consórcio fará reformas e intervenções de manutenção do teatro e da galeria (no caso do Dona Lindu), nas pistas de caminhada e ciclovia, reforma de banheiros, instalação de bebedouros, bancos e lixeiras, dos quiosques e depósitos dos vendedores ambulantes e a buscam certificação ambiental. Os parques da Jaqueira, Santana e Apipucos, na zona norte, e o Dona Lindu, na zona sul, serão geridos por um consórcio de empresas pernambucanas dos ramos de turismo e eventos, com expectativa – por parte da prefeitura – de investimentos elevados. Na última sexta-feira (5), na bolsa de valores B3, em São Paulo, a Prefeitura do Recife assinou a concessão de quatro parques urbanos à iniciativa privada.

    No entanto, a tentativa de vincular o nome do parque a essa população soou forçada e, excetuando-se a escultura do artista Abelardo da Hora, que retrata uma família de “retirantes” ‒ como eram chamadas as vítimas da seca que migravam, não há nada que se possa encontrar que guarde congruência entre a(os) homenageada(os) e o ambiente. A “encomenda” dos moradores para a região do parque era de uma área verde, sombreada, livre de construções. Em 2004, os moradores de Boa Viagem entregaram ao então Presidente Lula um abaixo-assinado que pedia a cessão dos terrenos da Aeronáutica no bairro para uso público e, ainda no mesmo ano, o então prefeito do Recife, João Paulo, reuniu-se pela primeira vez com autoridades da Aeronáutica para tratar sobre a construção de um parque no local. O local fora, nos idos da Segunda Guerra Mundial, uma reserva, uma base brasileiro-americana para instalação de artilharia, a fim de “recepcionar” os navios alemães que porventura avançassem por águas brasileiras, com destino à costa recifense.

    Alguns eventos musicais acontecem sazonalmente e sempre são gratuitos, o parque fica lotado. Nesse caso, dependendo do show, cadeiras são colocadas para o público e em outros os shows são assistidos em pé. Pista de cooper que circula praticamente todo o parque

    Para mais informações, revise nossa Política de Privacidade. Para remover uma cidade, selecione o ícone da lixeira. A única exceção é o teatro, cujo acesso tem um custo de 50,00 reais, mas mesmo assim, o Parque Dona Lindu é uma excelente opção para uma diversão garantida e acessível.

    A praça do Dona Lindu recebeu um grande público para o concerto inaugural do Ciclo Natalino. Ele canta, ele toca violino, ele toca cavaquinho, ele toca a música com uma série de instrumentos, ele dança… são peças que têm a ver com o nosso Nordeste. Estou muito satisfeito porque, além de tudo, estou revendo aqui a minha cidade“, comemorou Nóbrega.

    É administrado pela Prefeitura da Cidade do Recife, sempre tem vigilância, quem frequenta sabe como utilizar as dependências do parque. O espaço é sempre utilizado e recebe muitos visitantes diariamente. O parque dona lindu Parque Dona Lindu ficou bonito, mas continuo achando que a região pedia outro tipo de projeto, mas não posso negar que a população usufrui e muito dele. O espaço para exposições chama-se Galeria Janete Costa, tem 2 pavimentos, abriga exposições variadas. São montados na área livre e o calçadão da Avenida Boa Viagem serve de apoio para quem não conseguiu chegar cedo para ficar mais perto.

  • Parque Dona Lindu Wikipédia, a enciclopédia livre

    O mesmo consórcio arrematou o conjunto de três parques na zona norte da capital pernambucana pelo valor de R$198,3 mil e o Dona Lindu por R$ 140,6 mil, somando para os cofres municipais R$ 338,9 mil, com juros de até 30% em caso de atraso no pagamento. Na proposta inicial o Parque da Macaxeira era um dos quatro parques, mas foi substituído pelo Parque de Apipucos. A promessa é que o acesso aos parques seguirá gratuito e que os serviços oferecidos terão melhorias.

    • A promessa do consórcio é investir, nos três parques da zona norte, R$279 milhões ao longo dos 30 anos de contrato (mais de R$ 9 milhões ao ano, em média).
    • Na proposta inicial o Parque da Macaxeira era um dos quatro parques, mas foi substituído pelo Parque de Apipucos.
    • No entanto, é importante mencionar que o acesso ao teatro tem um custo de 50,00 reais inteira e 25 a meia.
    • Tive a ideia de fazer mais um concerto com Orquestra sinfônica de Recife e aqui estou aqui no parque Dona Lindu para uma apresentação de músicas minhas, de Capiba e outros compositores.

    Parque Dona Lindu recebe exposição gratuita de material do Exército Brasileiro; conheça peças

    O teatro é usado para uma variedade de eventos, desde apresentações musicais e teatrais até palestras e conferências. Isso significa que o teatro pode atender a um grande número de pessoas e é uma ótima opção para eventos e parque dona lindu apresentações de grande porte. Isso significa que o teatro é acessível para pessoas com necessidades especiais e garante que todos possam desfrutar das apresentações.

    Serão apresentações musicais, espetáculos, contação de histórias, performances, vivências e projeções de filmes, além de ciclo formativo para educadores e profissionais da música. Após sua estreia digital em 2020, o evento traz programação presencial no Parque Dona Lindu, na Universidade Católica de Pernambuco e em escolas do Recife, de 29 de agosto a 3 de setembro. Ele também teria auxiliado na intermediação junto ao governo argelino para que Niemeyer realizasse vários projetos no país, como a Universidade Constantine e a Mesquita de Argel. Além do centro de cultura e lazer, o Recife também tem uma ligação política com o arquiteto, falecido na noite desta quarta-feira (5). Paulo Emílio_PE247 – Famosa por suas pontes , rios e canais, que deram à cidade do Recife o título de “Veneza Brasileira”, a capital pernambucana possui uma das últimas obras de Oscar Niemeyer, o Parque Dona Lindu. Para acompanhar as postagens dessa Blogagem Coletiva, é só seguir a #euadoroesseparque nas redes sociais e ficar por dentro das dicas dos outros blogueiros participantes.

    Parque Dona Lindu Boa Viagem

    📍 Confira a lista completa de bares e restaurantes 📸 Exposição fotográfica “Água é vida” Promovida pela Embaixada dos Países Baixos, a exposição “Água é vida” está em cartaz no Museu Universo Compesa.

    Musical infantil “Família Dindim”

    ⏰ Quinta-feira (24), a partir das 16h (abertura do teatro às 15h30) “A praça é do povo, como o céu é do condor”, como bem disse o poeta brasileiro Castro Alves. O das crianças, o dos adultos, o dos artistas, o do grande público ou, simplesmente, o que aguarda e recebe a visita de quem quiser chegar. O projeto deu certo e pôs por terra as resistências surgidas em sua grande parte por motivações políticas e não propriamente técnicas. Nos senhores e senhoras que realizam sua caminhada matinal à sombra do passeio de pórticos; nas crianças que brincam no playground e correm livres sob o sol da esplanada ou à sombra das árvores… A vida passa na corrida nos atletas que circulam no calçadão da praia de Boa Viagem, no caminhar do cidadão comum que passeia com seu cachorro.

    Ainda em clima de celebração pela última quarta-feira (19), quando se comemorou o Dia do Exército, o Parque Dona Lindu, no bairro de Boa Viagem, Zona Sul do Recife, está recebendo uma exposição gratuita de materiais do Exército Brasileiro. São cerca de 90 obras assinadas por 15 artistas, de oito estados brasileiros. Com 56 fotografias em preto e branco, a mostra do fotógrafo Sebastião Salgado retrata o cotidiano de Serra Pelada, o maior garimpo a céu aberto do mundo nos anos 1980.

    O Parque Dona Lindu é uma ótima opção para aqueles que procuram uma atividade ao ar livre em Recife. Além disso, o parque é um ótimo lugar para se reunir com amigos e familiares para uma tarde agradável. O Parque Dona Lindu também é um local popular para piqueniques e encontros ao ar livre. O parque possui trilhas para caminhada que serpenteiam através de áreas de vegetação densa, oferecendo aos visitantes a oportunidade de se conectarem com a natureza e desfrutarem da tranquilidade do local. Ao chegar ao parque, os visitantes são recebidos por um cenário deslumbrante de verde e água.

    O projeto inclui vivências, mutirões e oficinas. A exposição do artista piauiense Maurício Pokémon apresenta os modos de vida e a resistência das comunidades tradicionais Boa Esperança, em Teresina, e Caranguejo Tabaiares, no Recife. O clube informa que dançarinos profissionais com ficha estarão à disposição para dançar com o público.

    Show de Paulinho da Viola

    “Editais de projetos de música como o promovido pela Petrobras são essenciais para a realização de eventos como o Mini Festival, com possibilidade do recorte para o público infantil, e, consequentemente, a formação de plateia e o desenvolvimento e sensibilização da criança”, destaca Danielle Hoover, idealizadora, coordenadora e curadora do festival, junto à Karina Hoover. Após a sua entrega, em março de 2011, o “Dona Lindu”, como o local é mais conhecido, consolidou-se com uma vasta programação cultural e tornou-se um dos principais pontos de cultura e lazer abertos ao público. Além disso, o parque conta com teatro, onde são realizadas apresentações de dança e música, e espaços para eventos. A programação inclui teatro, dança, cinema ao ar livre e shows de artistas locais, além de ações de formação e economia criativa.

    Nos parques, a programação será oferecida aos domingos, nos dias 8, 15, 22 e 29. A Avenida Rio Branco, no Bairro do Recife, maior polo e palco do ciclo, tem programação de sexta a domingo, entre os dias 6 e 8, 13 e 15, 20 e 22, 27 e 29. Tive a ideia de fazer mais um concerto com Orquestra sinfônica de Recife e aqui estou aqui no parque Dona Lindu para uma apresentação de músicas minhas, de Capiba e outros compositores.

    O projeto de Oscar Niemeyer inclui ciclovia, pistas para cooper e skate, quadra poliesportiva, playground, áreas para descanso e ginástica. O nome do parque foi dado em homenagem a Eurídice Ferreira de Melo, mãe do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Agora em 2023, o festival tem a oportunidade de ocupar o Parque Dona Lindu para realizar a sua segunda edição! A ação é voltada para músicos, professores, profissionais de educação e cultura e explora a prática de construção do indivíduo no contato consigo e com o mundo. “A importância da música na educação” é o tema da oficina para adultos, que acontecerá na Unicap e será ministrada pelo percussionista e musicoterapeuta, Luca Teixeira (PE). Para o público infantil, ainda terão as vivências “Entre sons e recicláveis vivenciando a percussão de ritmos populares”, com Luca Teixeira, “Caboclinho, ancestralidade e ritual no corpo contemporâneo”, com Iara e Íris Campos, e “De onde vem esse som? Ela tem como base os saberes ancestrais que constituem o fazer do corpo negro brasileiro, do Mestre Meia-Noite e da arte negra do Recife. O segundo Mini traz uma rede de sonoridades, timbres, melodias que dançam, cantam e convidam o público a descobrir o ‘ouvido de dentro’, como nos diria Villa-Lobos”, comenta Karen Accioly, curadora do ciclo formativo.